Na outra banda da terra eles se amavam e se davam de tdo o q é jeito. Tocavam-se sem medo de colocarem os dedos em qq ferida. Cantavam a vida com todos os seus sentidos. Até mesmo os imprecisos. Serviam-se das bandejas das verdades, sem maldades e sem vontade de fugir da guerra q inconscientemente travavam sem saber, sem parar.
- Venha vadia a desafiar a vida. Venha ôca e vazia, para q eu lhe refaça todo endiabrado dia.
- Corte meus pulsos com teus impulsos. Meu corpo com a afiada lâmina q é tua língua. Quero q me faça aos pedaços. Primeiro ao meio. Depois por inteiro. Provocando incêndios no seio dos meus seios.
Foram mais uma vez do jeito q gostavam e se sentiam. Naquele fim de tarde eles se permitiram além do esperado. Depois saíram a caminhar pela beira da praia. Olhando tudo. Principalmente o nada.
Falaram de si, completamente fora de si. Beberam da lua com gula. Sentiam-se descompromissados a rabiscar personagens em folhas de guardanapos deixados na mesa de algum bar.

2 comentários:
Encantada
chego a esse
canto recanto de ti...
Bravo!
Encantada digo que atualizada aguardo
e misturada
a seu texto sigo
entre sonhos e delírios
"Corte meus pulsos com teus impulsos. Meu corpo com a afiada lâmina q é tua língua. Quero q me faça aos pedaços. Primeiro ao meio. Depois por inteiro. Provocando incêndios no seio dos meus seios."
Adorei a viagem que mal comecça...sei bem...
Bjins
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